Logomarca da Dicoese de Diamatina

Navegue pelo site

Buscar no site

Digite uma palavra para fazer uma busca:

Newsletter

Preencha seu dados: Cadastrar

Endereço

Apresentacao

OS BISPOS NA HISTÓRIA

Dom João Antônio dos Santos

A Diocese de Diamantina foi criada pela Bula Pontifícia “Gravissimum Sollicitudinis” do Papa, Beato Pio IX, no dia 06 de junho de 1854, tendo sido desmembrada da Arquidiocese de São Salvador, na Bahia, e da Arquidiocese de Mariana, em Minas Gerais. É uma das 12 primeiras Dioceses do Brasil, criadas no tempo do Império, antes da proclamação da República.
 Na época, quando havia a união Igreja-Estado, para se criar uma Diocese, era necessário um Decreto do Imperador. A autorização foi dada pela Lei Civil, nº 673, de 10 de agosto de 1853, sendo executada em 1854.

Em 1856, no dia 15 de fevereiro, foi nomeado primeiro Bispo Diocesano, o Revmo. Sr. Pe. Marcos Cardoso de Paiva, que não chegou ser sagrado Bispo, por motivo grave de saúde. Seu pedido de exoneração foi aceito pelo Papa Pio IX em 1860.
Assim, em 1863, no dia 12 de março, foi eleito, então, definitivamente, o Cônego Dr. João Antônio dos Santos, Natural do Distrito de Rio Preto, município do Serro.

O Cônego Dr. João Antônio dos Santos estudou em Congonhas do Campo e Caraça. Fez os estudos de filosofia e teologia em Mariana. E, foi enviado a Roma, já com o título de Cônego da Catedral, para se douturar “In utroque Jure”, isto é, em Direito Canônico e Direito Civil. De retorno, passando pela França, matriculou-se no Seminário de São Sulpício, onde, aperfeiçoou os seus estudos de grego, hebraico, física, teologia. Tomou posse da Diocese, no dia 02 de fevereiro de 1854, antes mesmo de ser sagrado Bispo. Foi sagrado Bispo, pelo então, Arcebispo de Mariana, Dom Antônio Ferreira Viçoso no dia 1º de maio de 1854.

Como Bispo diocesano de Diamantina, Dom João Antônio dos Santos fundou o Seminário Sagrado Coração de Jesus, inaugurando-o em 1867, e entregando-o aos cuidados dos Padres Lazaristas, chamados Padres de Missão, responsáveis pela formação do Clero. Os Padres Lazaristas trabalharam na formação do Seminário durante quase uma centena de anos. Dom João Antônio dos Santos fundou, também, o colégio Nossa Senhora das Dores, o qual foi entregue às Irmãs da Caridade, Vicentinas. Com o objetivo de proporcionar trabalho para as moças da região, Dom João Antônio dos Santos criou, juntamente, com seus irmãos, Dr. Joaquim Felício dos Santos e Dr. Antônio Felício dos Santos, a Fábrica de Tecidos do Biribiri. Esta Fábrica de Tecidos foi, posteriormente, transferida para a sede do Município de Diamantina, onde funciona até os dias de hoje.

Durante o período do seu governo, Dom João Antônio dos Santos trabalhou, incansavelmente, pela abolição da escravatura, tendo sido um grande baluarte da libertação dos escravos. Consta que, pessoalmente, alforriou mais de dois mil escravos, na região. Chegou a criar, até mesmo, uma moeda própria que circulava em Diamantina, e era aceita, normalmente, em toda a região.
Em 1891, aos 83 anos de idade, e quase cego, recebeu do Santo Padre, o Papa Leão XIII, S. Excia. Revma. Dom Joaquim Silvério de Souza, como Bispo Coadjutor. Dom João Antônio dos Santos veio a falecer em 17 de maio de 1905. Seu corpo foi sepultado na cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina. Foi, portanto, Bispo Diocesano de Diamantina, por 41 anos.

 

Dom Joaquim Silvério de Souza

O Segundo Bispo de Diamantina foi, assim, Dom Joaquim Silvério de Souza, até então Bispo Coadjutor. Dom Joaquim nasceu em São Miguel de Piracicaba – MG a 20 de Julho de 1859 e foi sagrado Bispo por S. Excia. Revma. Dom Silvério Gomes Pimenta, 9º Bispo e 1º Arcebispo de Mariana, no dia 02 de fevereiro de 1902. Tornou-se Bispo Coadjutor, e posteriormente, em 1905 Bispo Diocesano. Em 1903, ainda como Bispo Coadjutor e por mandato do Sr. Bispo Diocesano, Dom João, foi convocado por Dom Joaquim o 1º Sínodo Diocesano de Diamantina. Em, 1909, a 06 de Abril, Dom Joaquim Silvério de Souza recebeu a comunicação de sua nomeação como Arcebispo Auxiliar de S. Emncia. O Cardeal Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, com o título de Arcebispo de Axum. Por solicitude do Santo Padre, foi confirmado como Bispo Diocesano de Diamantina, em 25 de junho de 1910, conservando o título pessoal de Arcebispo. Depois, já como Bispo Diocesano, realizou o 2º Sínodo Diocesano, em 1913.

Em 1917, a 28 de junho, o Santo Padre, o Papa Bento XV, pela Bula Pontifícia “Quandocumque se praebuit” elevou a Diocese de Diamantina à categoria de sede da Província eclesiástica, como Metrópole, tornando-se, deste modo Arquidiocese. E S. Excia. Revma. Dom Joaquim Silvério de Souza foi feito o 1º Arcebispo Metropolitano de Diamantina.

Ainda como Bispo Diocesano, fundou o jornal “A Estrela Polar” órgão oficial da Mitra, reergueu o Seminário, criou o Colégio Diocesano, reconstruiu o Palácio Episcopal, escreveu 16 cartas pastorais, foi membro da Academia Mineira de Letras, recusou a cadeira de Senador, que lhe foi oferecida pelo governo de Minas Gerais. Por sua cultura, foi chamado de “Mercier” brasileiro. No ano de 1910, no dia 10 de dezembro, o Santo Padre, São Pio X criou a Diocese de Montes Claros, desmembrando-a, integralmente, da Diocese de Diamantina. Em 1918, para poder realizar o seu projeto de evangelização e pastoral solicitou um Coadjutor, e a Santa Sé lhe deu o então Padre Antônio José dos Santos, natural de Cachoeira do Campo, sendo eleito Bispo no dia 13 de outubro de 1918. Foi sagrado Bispo no dia 19 de outubro de 1919, com o título de Bispo de Cróia. Ficou ao lado, junto de Dom Joaquim até 1930, quando foi transferido para a Diocese de Assis, no estado de São Paulo.

Em 1927, Dom Joaquim Silvério de Souza promoveu o 3º Sínodo Arquidiocesano. Para suceder a Dom Antônio José dos Santos, como Bispo Auxiliar, foi, então, nomeado Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota, natural de Bom Jesus do Amparo, sagrado em Belo Horizonte, a 30 de agosto de 1932, chegando a Diamantina, no dia 19 de janeiro de 1933. Com o falecimento de Dom Joaquim Silvério de Souza, a 30 de agosto de 1933, cujo corpo está sepultado na cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina, Dom Carlos Carmelo Vasconcelos Mota, Bispo Auxiliar, foi eleito pelo cabido Metropolitano, como Vigário Capitular, durante a sede vacante até a nomeação do Arcebispo sucessor, que foi S. Excia. Revma. Dom Serafim Gomes Jardim, sendo transferido da Diocese de Araçuaí, no dia 26 de maio de 1934. Por esta ocasião, o Sr. Bispo Auxiliar, Dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Mota foi promovido a Arcebispo de São Luiz do Maranhão, e depois, feito Arcebispo e Cardeal de São Paulo.

 

Dom Serafim Gomes Jardim

Dom Serafim Gomes Jardim era natural de Olhos d’Água, Bocaiúva, tomou posse no dia 14 de novembro de 1934. Imediatamente, deu continuidade ao incansável trabalho pastoral de Dom Joaquim, sobretudo, a conclusão da obra da ampliação do Seminário e da construção da nova Catedral. Viajou por toda a Arquidiocese, em visitas pastorais, incrementou a Obra das Vocações Sacerdotais, criada por Dom Joaquim. Foi o fundador da Casa dos Padres, em Diamantina, e a Obra dos Tabernáculos. Solicitou à Santa Sé que lhe concedesse um Bispo Auxiliar, e lhe dado S. Excia. Revma. Dom João de Souza Lima, que era, então, Reitor do Ginásio Cristo Rei, em Pesqueira. Nasceu em Tacaratú, no Estado do Pernambuco, no dia 22 de Março de 1913, ordenou-se sacerdote, no dia 12 de novembro de 1939, e foi sagrado Bispo, no dia 21 de setembro de 1949. Em 1954, o Sr. Arcebispo Metropolitano de Diamantina, Dom Serafim Gomes Jardim não tendo, mais condições de saúde para continuar o seu trabalho solicitou renúncia de sua função arquiepiscopal. Na oportunidade Dom João de Souza Lima, foi eleito Vigário Capitular, pelo Cabido da Catedral. Esteve à frente da Arquidiocese de Diamantina, como Vigário Capitular, até 08 de Junho de 1954.

Nesta data, a Arquidiocese de Diamantina comemorava o seu centenário e inaugurava o novo Prédio do Seminário, com a bênção do Arcebispo emérito Dom Serafim Gomes Jardim, tendo como Patrono, o Exmo. Sr. Governador, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Com a nomeação do Sucessor do Arcebispo Dom Serafim, Dom João de Souza Lima foi, ainda, Vigário Geral da Arquidiocese até 02 de maio de 1965, a Santa Sé transferiu Dom João de Souza Lima, como Bispo Diocesano para a Diocese de Nazaré da Mata em Pernambuco. Dom Serafim Gomes Jardim viveu todo o período como Arcebispo Emérito, em Diamantina, sendo contemporâneo de Dom João de Souza Lima, Dom José Newtom de Almeida Batista e Dom Geraldo de Proença Sigaud. Veio a Falecer a 31 de outubro de 1969, estando o seu corpo sepultado na cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina.

 

Dom José Newton de Almeida Batista

No dia 05 de janeiro de 1954, o Santo Padre, o Papa Pio XII nomeou para Arcebispo Metropolitano de Diamantina, o Bispo Diocesano de Uruguaiana, sul do país, S. Excia. Revma. Dom José Newton de Almeida Batista, nascido em Niterói – RJ, a 16 de outubro de 1904, eleito Bispo Diocesano de Uruguaiana a 10 de junho de 1944, foi sagrado no dia 03 de setembro e tomou posse, em Uruguaiana, no dia 07 de outubro daquele mesmo ano.

Dom José Newton de Almeida Batista assumiu a Sede metropolitana de Diamantina, no dia 21 de agosto de 1954, tendo sido recebido, na oportunidade, por Dom Serafim Gomes Jardim, Arcebispo Emérito, por Dom João de Souza Lima, Vigário Capitular e pelo filho ilustre desta terra, então Governador do Estado de Minas Gerais, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. E, no dia 22 de agosto, em solene Pontifical, celebrada na Catedral Metropolitana de Santo Antônio, Dom José Newton de Almeida Batista tomou posse canônica da Arquidiocese de Diamantina.


Dom José Newton de Almeida Batista, Arcebispo Metropolitano de Diamantina, a partir de agosto de 1954, continuou o trabalho pastoral à frente da Arquidiocese de Diamantina até 1960, quando foi transferido como 1º Arcebispo Metropolitano de Brasília, a Capital Federal. Durante o período em que permaneceu em Diamantina, Dom José Newton de Almeida Batista promoveu a vida Litúrgica em toda a Arquidiocese e criou as Semanas Ruralistas, com o objetivo de promover o homem do campo.

Em 1955 a 16 de julho, o Santo Padre o Papa Pio XII criou a Diocese de Sete Lagoas – MG, desmembrando-a parte da Arquidiocese de Belo Horizonte e parte da Arquidiocese de Diamantina. Da Arquidiocese de Diamantina passaram a fazer parte da Diocese de Sete Lagoas as seguintes Paróquias: Caetanópolis, Cordisburgo, Paraopeba, Riacho Fundo e Pirapama.
No dia 1º de fevereiro de 1956, o Santo Padre, o Papa Pio XII criou a Diocese de Governador Valadares, desmembrando-a, parte de Araçuaí, parte de Caratinga, e parte de Diamantina. Passaram para a Diocese de Governador Valadares as Paróquias de Açucena, Coroaci, Virginópolis e Virgolândia.

Dom Geraldo de Proença Sigaud

Em 1960, o Santo Padre, o Papa João XXIII, para suceder a S. Excia. Revma. Dom José Newton de Almeida Batista, transferido para Brasília, nomeou S. Excia. Revma. Dom Geraldo de Proença Sigaud, da Sociedade do Verbo Divino (SVD), então Bispo Diocesano de Jacarezinho, no Paraná, de 1946 a 1960. Dom Geraldo de Proença Sigaud era natural de Belo Horizonte, tendo sido o primeiro Sacerdote ordenado, filho da nova Capital Federal e também, o primeiro Bispo eleito, filho de Belo Horizonte. Viveu em tempo difícil, sobretudo, durante o período do regime de exceção, com os Militares. Por sua iniciativa, trouxe para a região do Vale do Jequitinhonha a plantação de Eucaliptos, tendo, para isto, fundado uma Empresa Florestal, chamada “Refloralge”, da qual foi sócio, para começar a Empresa. Tão logo esta Empresa se estabeleceu, ele retirou-se desta sociedade, porquanto, esta não era a sua missão.

Preocupado com a questão social, conseguiu implantar em Diamantina a produção artesanal dos Tapetes Arraiolos, trazidos de Portugal e hoje, muitos tapeceiros e tapeceiras trabalham nesta produção ganhando o seu pão. Ajudou a construir muitas casas, na zonal rural, para substituir os barracos de capim, então comuns em muitos lugares da região rural da Arquidiocese.
Dom Geraldo de Proença Sigaud participou, ativamente, de todas as sessões do Concilio Vaticano II, tendo sido um dos expoentes deste grande Concilio. Sua voz se fez ouvir, muitas e muitas vezes, na aula conciliar.

Grande mérito de Dom Geraldo de Proença Sigaud foi sua dedicação à Catequese, nos últimos dez anos de seu Episcopado, ao lado de grandes obras sociais, que já vinha empreendendo, de longa data. Dom Geraldo de Proença Sigaud publicou semanalmente, na “Estrela Polar” lições de Catequese, a partir do evangelho do domingo.

Por motivo de enfermidade, renunciou a Arquidiocese em 1980, transferindo-se para Belo Horizonte, sua terra Natal, como Arcebispo Emérito de Diamantina. Veio a falecer no dia 05 de setembro de 1999, em Belo Horizonte, sendo sepultado no túmulo de seus pais, no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte, a seu pedido em testamento. Quando do seu sepultamento, ficou acordado com os seus familiares, que após 05 anos de seu falecimento, os seus restos mortais serão transladados para a cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina. Em 05 de setembro de 2004, completaram-se os 05 anos de seu falecimento. Seus restos mortais, ainda, não foram transladados do Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte, para a Cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina, porque não foi possível, até agora, fazer o acordo com os familiares a respeito disso.

 

Dom Geraldo Majela Reis

 

Com a renuncia ao oficio de Arcebispo Metropolitano de Diamantina, apresentada por Dom Geraldo de Proença Sigaud, em 1980, e aceita pelo santo Padre, João Paulo II, foi nomeado, Interinamente, Administrador Apostólico de Diamantina, o Sr. Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, S. Excia. Revma. Dom João Rezende Costa, que administrou a Arquidiocese até a nomeação do Sucessor, S. Excia. Revma. Dom Geraldo Majela Reis, em 03 de fevereiro de 1981. Dom Geraldo Majela Reis, Sacerdote da Arquidiocese de Mariana, nascido em LAMIN-MG a 24 de agosto de 1924; foi ordenado Padre no dia 27 de novembro de 1949, exerceu várias atividades pastorais, sendo inclusive Reitor do Seminário de Mariana. Foi eleito 1º Bispo Diocesano de Três Lagoas-MG no dia 13 de Janeiro de 1978. No dia 03 de fevereiro de 1981 foi transferido como Arcebispo Metropolitano para a Arquidiocese de Diamantina.

Dom Geraldo Majela Reis deu continuidade aos trabalhos pastorais de seus antecessores, fez muitas visitas pastorais, criou novas Paróquias, acompanhou as Semanas Catequéticas, em 1984 1989, em preparação para os quinhentos anos de Evangelização da América Latina. Fundou a Pastoral da Criança, Preparou um Plano de Pastoral, introduziu as Assembléias Arquidiocesanas. Criou a Casa dos Padres, hoje, chamada “Casa Mons. Gabriel” e a Casa de Pastoral São José, onde tinha sido Convento das Irmãs Clarissas. Encaminhou o pedido e o processo para a criação da Diocese de Guanhães. No dia 18 de dezembro de 1985, pela Bula Pontifícia “Recte quidem”, o Santo Padre João Paulo criou a Diocese de Guanhães, desmembrando-a, parte de Diamantina, parte de Governador Valadares e parte da Diocese de Itabira-Cel. Fabriciano. Com a criação da Diocese de Guanhães, e a posse do seu primeiro Bispo Diocesano, S. Excia Revma. Dom Antônio Felipe de Cunha SDN, em 1985, a Arquidiocese de Diamantina teve seu território reduzido permanecendo, na época, com 30 Paróquias, e 34 Municípios. Apesar disso, o território geográfico da Arquidiocese de Diamantina, ainda é vasto e extenso, com 45.171 km ² e uma população de 500.000 mil Habitantes, segundo o censo do IBGE de 2001.

Em 1995, sentindo-se o Sr. Arcebispo Metropolitano, Dom Geraldo Majela Reis, adoentado e enfermo, solicitou ao Santo Padre, João Paulo II um Arcebispo Coadjutor.

 

Dom Paulo Lopes de Faria

No dia 02 de agosto de 1995, o Santo Padre o Papa João Paulo II nomeou Arcebispo Coadjutor de Diamantina, S. Excia. Revma. Dom Paulo Lopes de Faria, do Clero da Arquidiocese de Belo Horizonte, nascido em Igaratinga-MG a 24 de fevereiro de 1931, ordenado Sacerdote no dia 08 de dezembro de 1957, na catedral da Boa Viagem, em Belo Horizonte. Como sacerdote, trabalhou 09 anos no Seminário Provincial do Coração Eucarístico de Jesus, Belo Horizonte, de 1957 a 1966. Em 1966, foi transferido e nomeado Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade no Bairro das Indústrias, Belo Horizonte-Contagem. Aí permaneceu até 1980. Foi, por muitos anos, membro do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Belo Horizonte, cidadão honário de Belo Horizonte e Contagem. Em 1980, no dia 07 de novembro foi eleito Bispo e nomeado Bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói-RJ. Foi sagrado Bispo no dia 27 de dezembro de 1980, em Belo Horizonte, assumindo sua função como Bispo Auxiliar em fevereiro de 1981, trabalhando junto do Sr. Arcebispo Metropolitano de Niterói, S. Excia. Revma. Dom José Gonçalves da Costa, Redentorista e filho de Belo Horizonte.

Permaneceu em Niterói-RJ até 21 de dezembro de 1983, quando foi nomeado pelo Santo Padre, João Paulo II, Bispo Diocesano de Itabuna, na Bahia. Foi o 3° Bispo Diocesano de Itabuna, Diocese criada pelo Santo Padre, João Paulo II no dia 07 de novembro de 1978. Dom Paulo Lopes de Faria esteve à frente da Diocese de Itabuna, durante 12 anos. Continuou o trabalho pastoral de seus antecessores, dando estrutura à Diocese recém criada. Organizou o Seminário São José, deu início à construção do centro de Pastoral João Paulo II, criou diversas Paróquias, fez visitas paroquiais a todas as paróquias, ordenou vários sacerdotes. Durante este período, foi Presidente do Regional Nordeste III, por 2 mandatos. Coordenou 1 visitas ad limina, dos Bispos do Regional, em Roma. Promoveu uma ação social eficiente na região do Cacau.

Tomou posse, como Arcebispo Coadjutor, em Diamantina, no dia 27 de outubro de 1995. Trabalhou junto de S. Excia. Revma. Dom Geraldo Magela Reis, Arcebispo Metropolitano até o dia 14 de maio de 1997, quando o Sr Arcebispo, Dom Geraldo Majela Reis teve seu pedido de renúncia aceito pelo Santo Padre, João Paulo II. Nesta ocasião, Dom Geraldo Majela Reis transferiu-se para a cidade de Lafaiete-MG onde reside com seus familiares à rua Barão de Suaçui, 133, centro, Conselheiro Lafaiete, CEP. 36400-000 Telefone: (33) 3721 1534. Veio a falecer, em Conselheiro Lafaiete, no dia 27 de maio de 2004, tendo o seu corpo sido velado na Catedral Metropolitana de Diamantina, para onde foi transladado e sepultado na Cripta da Catedral Metropolitana de Diamantina, no dia 28 de maio de 2004.

Como Arcebispo Metropolitano de Diamantina, desde 14 de maio de 1997, Dom Paulo Lopes de Faria coordenou a reforma física da Catedral Metropolitana de Santo Antônio, do Palácio Arquiepiscopal, da Casa de Pastoral São José, da Casa da Pastoral da Criança, da Casa dos Padres e do Seminário Provincial do Sagrado Coração de Jesus. Transferiu o Seminário menor, da cidade de Curvelo para Diamantina, para proporcionar a criação do Seminário Propedêutico. Criou a Casa dos Padres em Curvelo, onde funcionou o Seminário Menor, tendo sido a casa, totalmente remodelada. E, ao longo deste período, criou 17 novas paróquias na Arquidiocese, criou mais 2 foranias, Serro e Pirapora, perfazendo um total de 6 foranias: Diamantina, Itamarandiba, Serro, Curvelo, Corinto e Pirapora. Criou, igualmente, 3 regiões Episcopais: Diamantina, Itamarandiba e Pirapora, nomeando os respectivos Vigários Episcopais. Estruturou o Seminário com um novo estatuto e novo regimento e novo currículo e nova grade acadêmica, organizou a Biblioteca do Seminário, inclusive, com aquisição de novos livros. Instalou uma nova Capela para o Seminário Maior, de acordo com as normas litúrgicas. Cuidou de enviar para Roma a fim de concluir o Curso de Teologia, fazer Mestrado e Doutorado, alguns seminaristas, para reforçar o Corpo Docente de nosso Seminário. Atualmente, encontram-se, em nosso seminário, seminaristas das Dioceses de Paracatu, Araçuaí, Almenara e Teófilo Otoni. Graças a Deus, temos tido, cada ano, um bom número de Ordenações Presbiterais.

Muito se esforçou para que o curso de Filosofia do Seminário pudesse ser reconhecido oficialmente, fazendo parte da FAFIDIA, vinculado à Universidade do Estado de Minas Gerais-UEMG. E, a Faculdade de Filosofia está aberta, também a alunos externos. Sob a coordenação da Mitra Arquidiocesana.

Dom Paulo Lopes de Faria, como Arcebispo Metropolitano, muito se preocupou com a formação do Corpo Docente do Seminário, inclusive, como já foi lembrado, enviando a Roma padres e seminaristas para fazerem mestrado e doutorado em diversas disciplinas. Preparou, também, uma jovem leiga, Eliana Tomaz de Almeida, com mestrado em Teologia, no CES (Curso de Estudos Superiores dos Jesuítas, em Belo Horizonte). Ficará, a partir de 2004, responsável pelo Departamento de Catequese da Arquidiocese DAC-DI.

Muito contribuiu, ainda, para ampliar a rede física da Faculdade de Ciências Administrativas de Curvelo, cuja mantenedora é a Mitra Arquidiocesana de Diamantina, inclusive para a criação de outros cursos superiores. Hoje, nossa Faculdade de Curvelo é modelo para outras faculdades.

Dom Paulo fundou a Livraria Católica João Paulo II, na praça da Catedral, com o objetivo de oferecer aos sacerdotes, seminaristas e comunidade oportunidade para adquirir as Sagradas Escrituras, livros teológicos, catecismos, livros de formação, objetos litúrgicos, religiosos e de piedade, CD´s, fitas cassetes, tendo em vista a formação religiosa, espiritual, ética e moral, atualizando-se com os Documentos Pontifícios e Documentos do Magistério da Igreja no Brasil.

Montou a estrutura organizativa da Cúria Metropolitana e preparou o espaço do acervo de documentos históricos, culturais, religiosos, musicais e patrimoniais, do século 18 ao século 21. Hoje, o arquivo da Cúria Metropolitana tem sido visitado por pesquisadores, historiadores e estudantes.

Implantou o Dízimo em toda a arquidiocese, suprimindo as taxas e emolumentos, incentivou a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas festas religiosas e de padroeiros. Promoveu o Plano Pastoral “Evangelizar Juntos”, desde 1995, integrando, assim todas as comunidades eclesiais. Realizou a IV Assembléia Arquidiocesana em novembro de 1998 e a V Assembléia Arquidiocesana em novembro de 2001. Dentro do projeto “Evangelizar Juntos” apoiou a Equipe de cartilhas, hoje presente em toda a arquidiocese, com um número expressivo de grupos, que semanalmente, refletem o texto proposto.

Durante este período de sua permanência, como Arcebispo Metropolitano de Diamantina, Dom Paulo Lopes de Faria exerceu a função de Presidente do Regional Leste II, por dois mandatos, de 1999 a 2003.

Como a Arquidiocese de Diamantina celebra, no ano de 2003, o centenário do I Sínodo Diocesano e no ano 2004, a 06 de junho, os 150 anos de sua criação, o Sr. Arcebispo Dom Paulo Lopes de Faria convocou o IV Sínodo Arquidiocesano a realizar-se nos anos 2003-2004-2005. Os temas escolhidos e aprovados para este sínodo são: a) Tema doutrinário (dogmático): A Igreja Particular, à luz dos documentos do Concílio Vaticano II, “Lumen Gentium” e “Gaudium et Spes”, e dos Documentos da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. b) Temas Pastorais: Pastoral Familiar, Pastoral Social e Pastoral da Juventude, Vocações e Ministérios. c) Tema disciplinar: Diretório Litúrgico Sacramental, texto base para estudo e reflexão ao longo deste ano de 2004, e a ser votado e aprovado na Assembléia conclusiva do IV Sínodo Arquidiocesano.

No ano de 2003, em nossa programação realizamos, antes da Semana Santa, a Solene Missa da Unidade, em Itamarandiba; após a Semana Santa, promovemos uma excursão cultural do Clero a Brasília, com uma vasta agenda de visitas, inclusive, à Nunciatura Apostólica e à Sede da CNBB; em julho, tivemos uma Semana de Liturgia para o clero, seminaristas e delegados de todas as paróquias da arquidiocese. O curso foi ministrado pelo professor Pe. Dr. Roberto Russo, doutor em Liturgia e pároco da Catedral de Montevidéu, no Uruguai. Houve, também, momentos celebrativos solenes, Eucaristia, Liturgia das Horas e uma noite cultural com apresentações de excelente qualidade.

Em julho, promovemos uma Jornada da Pastoral Social, em Pirapora. Foram dois dias de estudos sobre a Doutrina Social da Igreja, com uma grande participação de representantes de todas as foranias.

Em agosto, realizamos a Jornada da Família, na cidade de Corinto, foi um dia inteiro no Poliesportivo da cidade, com uma presença de, aproximadamente, três mil pessoas das seis foranias da arquidiocese.

Em setembro, no dia 13, no seminário, tivemos um Fórum Político, com palestras de peritos sobre o Estado de Direito e o Projeto do atual governo federal. Participaram os prefeitos e presidentes das Câmaras Municipais dos 34 municípios que compõem a Arquidiocese de Diamantina. Foram palestrantes os Srs. Dr. José Bonifácio de Andrada, advogado geral do Estado e o Prof. Patrus Ananias, deputado federal e professor da PUC - Minas.

Em outubro, em Curvelo, realizou-se a Jornada da Juventude e Vocações. Esta atividade aconteceu no CAIC, com uma grande concentração de mais de 3 mil jovens de toda a arquidiocese.

Em novembro, nos dias 22 e 23, no seminário, realizou-se a Mini-Assembléia do IV Sínodo, cujo tema foi “A Igreja Particular”, estudo realizado durante o ano nas comunidades, tendo um texto base, preparado pela Comissão Teológica do IV Sínodo. Mais de 300 pessoas entre padres, seminaristas, religiosos e religiosas, leigos e leigas, todos delegados sinodais.

Para os anos 2004 e 2005, seguem-se as atividades sinodais: o estudo do Diretório Litúrgico Sacramental; uma show musical do Pe. Zezinho e o Trio “Ir ao Povo”, no dia 08 de maio, com a participação de mais de 8 mil pessoas, no pátio interno do 3° Batalhão da Polícia Militar de Diamantina; a Assembléia do Regional Leste II-CNBB. Nos dias 03, 04, 05 de junho de 2004, com a presença dos Srs. Arcebispos e Bispos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Na oportunidade, foi lançada uma Carta dos Bispos sobre as eleições municipais deste ano, dirigida aos presbíteros e comunidades eclesiais de todas as arquidioceses e dioceses que integram o Regional Leste II; uma grande Concelebração Eucarística, no dia 06 de junho, data em que comemoramos os 150 anos da criação da Diocese de Diamantina. Esteve presente o Sr. Núncio Apostólico, S. Excia. Revma. Dom Lorenzo Baldisseri, os arcebispos e bispos do Regional Leste II-CNBB, e outros arcebispos e bispos do Brasil, em número de 63. Na programação desta solenidade, houve uma recepção festiva do Sr. Núncio Apostólico, no Aeroporto de Diamantina, saudação ao mesmo pelo Sr. Prefeito Municipal, Dr. Gustavo Botelho Júnior e pelo representante do Sr. Governador do Estado, Dr. Serafim de Melo Jardim. O avião da Força Aérea Brasileira que trouxe o Sr. Núncio Apostólico, de Brasília à Diamantina, foi cedido, por cortesia, pelo Ministério da Defesa, a pedido de S. Excia. Revma. Dom Geraldo do Espírito Santo Ávila, filho de Diamantina e Arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil. Neste dia 05, houve um jantar festivo na Pousada do Garimpo, hospedagem dos Srs. Arcebispos e bispos, oferecido às autoridades presentes. E, mais tarde, precisamente, às 21 horas, realizou-se uma brilhante “Vesperata”, na praça da rua da Quitanda, oferecida pela Prefeitura Municipal, sob a responsabilidade da Banda do 3° Batalhão da Polícia Militar de Diamantina e da Banda Mirim “Prefeito Antônio Brito”. Foi um espetáculo maravilhoso, que agradou a todos os presentes. No dia 06 de junho, às 10 horas da manhã, aconteceu o ato solene da grande Concelebração Eucarística, presidida pelo Exmo. e Revmo. Sr. Dom Lorenzo Baldisseri, e concelebrada por S. Emncia. Revma. o Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Dom Paulo Lopes de Faria, Arcebispo Metropolitano de Diamantina, e por todos os arcebispos e bispos, em número de 63, pelos sacerdotes do clero arquidiocesano e de outras arquidioceses e dioceses do Brasil, com a participação dos seminaristas de nosso Seminário Sagrado Coração de Jesus e de outras dioceses do Brasil, e uma participação de mais de 3 mil pessoas de todas as nossas comunidades paroquiais. Houve um almoço festivo no Seminário Sagrado Coração de Jesus, quando abrilhantou este almoço o Coral “Arte Miúda”, sob a regência da maestrina Soraya. No final deste almoço, o Sr. Núncio Apostólico brindou os presentes com um recital de piano. À noite, em frente ao Palácio Arquiepiscopal, na rua do Contrato, 104, houve uma apresentação folclórica da Guarda Romana e logo em seguida, uma Seresta em homenagem ao Sr. Núncio Apostólico, aos Srs. Arcebispos e bispos e à comunidade de Diamantina. No dia 07 de junho, segunda-feira, às 09 horas da manhã, o Sr. Núncio Apostólico, S. Excia. Revma. Dom Lorenzo Baldisseri, retornou à Brasília, acompanhado de S. Excia. Revma. Dom Geraldo do Espírito Santo Ávila, Dom Jésus Rocha e Dom Agostinho Petry. Em julho, dos dias 21 a 26, em Aparecida do Norte, São Paulo, como estava previsto, realizamos nosso retiro espiritual do clero, na casa religiosa das Irmãs Canisianas, orientado pelo Exmo. e Revmo. Sr. Arcebispo de Belém do Pará, Dom Vicente Joaquim Zico, lazarista. Em outubro deste ano 2004, consta a realização de uma grande concentração de coroinhas de todas as paróquias da arquidiocese, em nosso seminário, com palestras, filmes, esportes, e Solene Concelebração Eucarística. E, em novembro, nos dias 25-28, as seis foranias de nossa arquidiocese realizam uma Assembléia Sinodal.

No dia 04 de janeiro de 2004, aconteceu a Dedicação Solene da Igreja Paroquial de São João Batista, em Itamarandiba, cujo pároco era, então, o Cônego Renato da Conceição Silva, Vigário Episcopal. Foi uma belíssima liturgia digna dos 150 anos da Diocese-Arquidiocese de Diamantina. E no dia 04 de outubro, dando início à novena de Nossa Senhora Aparecida, em Corinto, paróquia de Santo Antônio, cujo pároco é o Revmo. Sr. Pe. Adilson Rodrigues Ferreira foi realizada a Solene Dedicação da Igreja de Nossa Senhora Aparecida.

Inauguramos, ainda neste período, a nova sede da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral, do Departamento Arquidiocesano de Catequese DAC-DI; da Cáritas Arquidiocesana, da Câmara Eclesiástica auxiliar do Tribunal Eclesiástico e da Secretaria da Forania de Diamantina, no subsolo do Palácio Arquiepiscopal, com entrada pela Praça Dom Joaquim.

Pretendemos concluir o IV Sínodo Arquidiocesano de Diamantina em junho de 2005, quando teremos o lançamento dos livros que pretendemos publica sobre “A História Eclesiástica de Diamantina 150 anos”, as obras completas do Revmo. Sr. Mons. Celso de Carvalho: “A Vida de Dom Joaquim e as Trovas”, e ainda, “A História do Seminário Sagrado Coração de Jesus”. A Arquidiocese de Diamantina terá a sua história de evangelização e pastoral bem determinada, “antes do IV Sínodo Arquidiocesano,” e “depois do IV Sínodo Arquidiocesano (2003-2004-2005).

No primeiro semestre de 2005, teremos diversas atividades sinodais, entre as quais, o lançamentos dos livros, em pauta, a apresentação das Bandas de Músicas das paróquias, a Assembléia conclusiva do IV Sínodo Arquidiocesano, com a aprovação dos documentos sinodais, em votação pelos delegados sinodais: “IGREJA PARTICULAR DE DIAMANTINA”, “PASTOAL FAMILIAR”, “A PASTORAL DA JUVENTUDE E VOCAÇÕES”, “A PASTORAL SOCIAL”. E O “DIRETÓRIO LITÚRGICO SACRAMENTAL” FRUTOS DO IV SÍNODO ARQUIDIOCESANO. Serão publicados, igualmente: A HISTÓRIA ECLESIÁSTICA DA DIOCESE-ARQUIDIOCESE DE DIAMANTINA – 150 anos; A HISTÓRIA DO SEMINÁRIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, de 1867 a 2005; OBRAS DO MONS. CELSO DE CARVALHO, AUTOBIOGRAFIA DE MONS. OTACÍLIO DE SENA QUEIROZ e A VIDA DO PADRE JOVIANO, pároco da paróquia de Santo Antônio do Itambé.

O encerramento do IV Sínodo Arquidiocesano deve acontecer com uma Solene Concelebração Eucarística, a participação do clero arquidiocesano, todos os delegados sinodais, seminário e comunidades paroquiais.

Além dos encargos espiscopais, continuou a promover inúmeros eventos a nível arquidiocesano e, ao término do seu mandato, já como administrador apostólico, preparou uma solene e calorosa acolhida ao novo arcebispo de Diamantina, Dom João Bosco Óliver de Faria.

 


Voltar